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Os macacos são encontrados em quase todas as regiões tropicais. 

São muito sensíveis ao frio e poucas espécies se estendem até as zonas temperadas. 
O macaco-do-japão, entretanto, passa os meses de inverno no meio da neve. Ele fica bem protegido pela pele comprida e espessa que lhe envolve inclusive a cara, formando um capuz.


Esse macaco é típico do Japão e vive em colônias muito numerosas e bastante organizadas. 

O bando se desloca ordenadamente, com os machos mais velhos e as fêmeas no meio, precedidos e seguidos pelos machos mais novos. Durante o bom tempo, sua alimentação é constituída de folhas e frutos e, no inverno, de brotos e casca de árvores. Quando o inverno é muito rigoroso, toda a colônia se dirige para a costa, à procura de moluscos, crustáceos e algas.

Os macacos-do-japão abrigam-se do frio buscando refúgio nas grutas e dormindo bem apertados uns contra os outros. Eles são resultado de uma longa evolução provoca pelo resfriamento progressivo do clima, ocorrido na região onde vivem.

FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Cercopithecidae

NOME CIENTÍFICO: Macaca fuscata
CARACTERÍSTICAS:
Comprimento: 60 cm (macho)
Peso: 15 Kg (macho) As fêmeas são menores
Os Yakuza surgiram como associações criminosas e obedeciam a regras rígidas específicas. Com o tempo, passaram a influenciar diversos segmentos da sociedade e política japonesa. Foi no início do século XVII que nasceram, nos grandes centros urbanos de Osaka e Edo (atual Tóquio), sob a égide dos chefes de quadrilhas. Os Yakuza agrupam diversas categorias: primeiro foram os jogadores profissionais e os ambulantes. A esses uniram-se os samurais que, a partir de 1603, com o fim das guerras feudais e o reinado da "Paz Tokugawa" por 250 anos, viram-se sem mestres, ameaçados de banimento.


Dizem que termo Yakuza vem de um jogo de cartas chamado Sanmai Garuta, semelhante a um Blackjack, porém com o objetivo de somar 19 pontos. Nesse jogo, a soma de 20 pontos na seqüência de 8, 9 e 3 determina a derrota, onde: ya = oito, ku = nove e za = três.


Quem manda quem?
O chefe dos filhos chama-se wakagashira, e dos irmãos shateigashira. O wakagashira é o segundo em autoridade, vindo logo após o oyabun e servindo também como um intermediário para supervisionar se as ordens estão sendo cumpridas. O shateigashira é o terceiro em autoridade.

Cada filho pode formar sua própria gangue e assim por diante, resultando em diversas subfamílias. Cada um obedece o líder de sua gangue, mas é sempre o oyabun que dá a palavra final.

Uma família típica tem de 20 a 200 membros, o que pode assegurar ao clã todo um número bem superior a 1000 homens. As familias em que possuem membros yakuza são geralmente de raiz com nome Shibatsu, Yakasa, Shiatsuta, Tashiro, Tonaco, Shematse, Tokesho entre outras diversas com membros na cultura japonesa.

Quando um indivíduo entra na sociedade dos yakuza, muitos clãs não permitem que ele saia do seu grupo, duvidando de que possa vazar alguma informação.



Obrigações dos membros:
  1. Não esconder dinheiro da gangue;
  2. Não se envolver pessoalmente com narcóticos;
  3. Não procurar a lei ou a polícia;
  4. Não violar a mulher de outro membro;
  5. Não desobedecer às ordens de um superior;
  6. Não deixar rastros após o crime.
  7. Não matar ninguém da gangue sem a permissão de um superior
No Japão há muitas superstições, vejamos algumas delas:

O número 4 é talvez uma das superstições japonesas mais populares.


Devido a sua pronúncia (SHI) ser a mesma da palavra morte (SHI) é muito comum encontrar edificações que não possuem o quarto andar. Outro costume muito comum é o de não dar lembrancinhas ou presentinhos (OMIYAGE) compostos por quatro unidades ou quatro peças.


Além do número quatro, alguns outros números também são "discriminados".
Por exemplo, em muitos hospitais evita-se usar leitos como os seguintes números:
9 ► Devido a sua pronúncia (ku) ser parecida com a de outra palavra que significa dor ou preocupação.
42 ► Que se pronunciado separadamente (shi-ni) significa morrer.

E TEM MAIS... 

No Japão tem um conto que fala que quando alguém espirra sem ter motivo, quer dizer que alguém está falando sobre a pessoa que espirrou.

No Japão acredita-se que pisar nas bordas do tatâmi traz má sorte!


Tudo no Japão é fácil e prático.
Menos duas coisas: o alfabeto e os endereços.

Alfabeto, eles têm três.
Um mais simples, para crianças.
Outro só para nomes estrangeiros.
E existe ainda um terceiro, o principal deles, com mais de dois mil caracteres.
Esse último é complicadíssimo. Tanto que muitos japoneses só vão aprendê-lo com mais ou menos 15 anos de idade.


Agora, pouco inteligente mesmo é o sistema de endereços.
Lá no Japão, não existe numeração por metros, como no Ocidente. Os prédios são classificados por quadras e pela ordem de edificação. Até os carteiros e os motoristas de táxi japoneses se confundem. Nem tudo é perfeito no país mais civilizado do mundo.

Muitos estrangeiros ficam atrapalhados quando ouvem os japoneses pedir desculpas quando um agradecimento parece mais adequado.

Os japoneses dizem "sumimasen (perdão/desculpe)" não só quando se sentem culpados.

É uma expressão de mostrar amabilidade com outras pessoas. "Sumimasen" também funciona como um termo de equilíbrio na sociedade japonesa. Esta palavra facilita a relação humanitária; é por isso que os japoneses às vezes dizem "sumimasen" quando realmente não têm culpa de nada.


Formas de pedir desculpas em japonês:

"Sumimasen" - é o mais comum. Você pode usar para chamar a atenção de alguém (um garçom, por exemplo). Se alguém lhe fizer um favor muito grande, você pode usar "sumimasen" como "obrigado", substituindo o famoso "arigatou gozaimasu".

"Shitsurei shimasu" ou "Shitsurei shimashita" - Você diz ao terminar uma conversa ao telefone, por exemplo, querendo dizer "perdoe-me o incômodo causado

"Gomen nasai" - esse a Madonna usou na letra da música Sorry. "Gomen" quer dizer "perdão" em japonês. "Nasai" é uma forma de imperativo. "Gomen nasai" é literalmente "perdoe".
A maneira de tomar banho é totalmente diferente, começando pela banheira , que é menor do que as banheiras ocidentais.


Uma coisa estranha pra nós é que no Japão você tem que se lavar e se enxugar antes de entrar na banheira.
"Oo
Os japoneses gostam muito de tomar banho em água muito quente para se relaxar, geralmente de noite, antes de dormir.



Os japoneses usam a mesma água, portanto, quem toma o banho por último esvazia a banheira.

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Já o vaso sanitário, no Japão há tanto o do tipo ocidental como o do tipo japonês.

O estilo japonês é considerado por muita gente mais higiênico do que o ocidental, porque nenhuma parte do corpo tem contato com o vaso.
Mas tome cuidado com a  maneira de usá-lo


Se você anda na rua, provavelmente encontrará com facilidade algum banheiro público, e alguns deles não oferecem papel higiênico. No Japão, o papel higiênico pode ser jogado dentro do vaso sanitário.

Quando você for ao interior do país, encontrará muitos vasos sanitários que não tem água de descarga.
Depois de usar o banheiro, não se esqueça de fechar a porta, pois os japoneses preferem manter este lugar sempre fechado.
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Para o bem de todos, espero que os banheiros japoneses fiquem  sempre fechado! 
^.^

Na moeda japonesa existem 4 tipos de cédulas: 10,000 yenes, 5,000 yenes e 1,000 yenes, e 1 yene.




Uma coisa curiosa é:
No Japão há um imposto chamado "shoohizei" (imposto consumo) incluído no pagamento de cada compra, como uma taxa de 3% sobre o valor total da compra. Por isso, sempre precisamos de moedas de 1 yene.


Mais uma coisa curiosa:
Em qualquer parte do Japão, você sempre encontrará máquinas automáticas que vendem bebidas e cigarros.

Nessas máquinas para comprar um suco de 110 yenes, introduza uma de 100 yenes e outra de 10 yenes e depois aperte o botão do desejado. (obvio)

Se você introduzir 2 moedas de 100 yenes, o resultado será o mesmo. Nesse caso, sairão da máquina o produto e 90 yenes de troco. (obvio²)

O que acontecerá então se a moeda for de 500 yenes? Não se preocupe, pois a máquina lhe dará 390 yenes de troco em moedinhas. Se em vez de moedas for introduzida um cédula de 1000 yenes, a máquina processará da mesma forma.



Além de bebidas e cigarros, os produtos que podem ser comprados por essas máquinas são: passagem de trem, cartão de telefone, hambúrguer, lámen instantâneo, camisinhas, etc.
Ao comermos qualquer prato, distinguimos quatro gostos básicos: doce, amargo, salgado e azedo. Mas o que poucos sabem é que existe um quinto sabor, o umami. “Mas que gosto tem?”, é a pergunta mais frequente. Entre os japoneses, o umami geralmente é associado a uma sensação saborosa que pode tanto ser encontrada na mais sofisticada iguaria ao mais simples prato. Para muitos deles, o quinto elemento seria aquele “toque especial” que dá vida ao sabor.

“Umami é um quinto gosto diferente e independente dos outros e só países com cultura alimentar acostumado a ele, como no caso do Japão, podem reconher seu sabor característico. O brasileiro não tem esse hábito, pois a alimentação com esse aminoácido se limita à carne e ao feijão preto. Se o gosto do doce é ligado ao carboidrato, podemos dizer que o umami é associado às proteínas”, explica a nutricionista Priscila Andrade.

A teoria da existência de um novo gosto foi levantado em 1908 pelo pesquisador da Universidade de Tokyo Kikunae Ikeda, que na época aprofundava seus conhecimentos na Alemanha. Lá, ele percebeu um sabor característico aos pratos europeus, desconhecido até então. Quando mergulhou nos estudos para pesquisar a fundo essa característica que tanto lhe ressaltou o paladar, teve uma surpresa. Após análises com dashi de kombu (caldo de alga marinha), o professor chegou à conclusão que o componente responsável pela sensação era a substância glutamato. Na época, muitos acadêmicos do ramo e críticos gastronômicos torceram o nariz, e a teoria do quinto gosto, por vezes, foi motivo de chacota.

Porém, décadas depois, a ciência provou que Dr. Ikeda estava certo. Novos estudos comprovaram que a superfície da língua teria receptores que reconheceriam o umami, oficializando assim a existência dessa tão misteriosa sensação gustativa.

Além do glutamato, outras duas substâncias responsáveis pelo umami foram descobertas: o inosinato e o guanilato, conhecidos também como “realçadores de sabores”. No estado bruto, eles são encontrados em alimentos como aspargo, trufa, cenoura, carnes, frutos do mar, tomate e queijos fortes. O shoyu, molho de soja, e peixes, ambos muito utilizados na dieta nipônica são grandes fontes de umami. O leite materno também é rico nessa substância: dos 20 aminoácidos livres presentes no leite materno, o glutamato representa mais da metade. Sua presença pode interferir no gosto sentido pelos recém-nascidos.

Apesar do umami ser reconhecido oficialmente apenas em 1985, muitos países, principalmente os asiáticos, já utilizavam diversos ingredientes fontes do sabor. Além do Japão, China e Coreia que são grandes consumidores de soja, Filipinas, Tailândia e Vietnã são vorazes usuários de molhos a base de peixe, ricos em glutamato. Assim como Malásia e Indonésia, que são nações acostumadas a essa característica devido ao molho de lagostim. A Europa também já tem certa intimidade com o quinto gosto, pois queijo, molho de tomate, extrato de carne, pasta de anchova e carne de porco são alimentos com alto teor de umami.

O tempero é uma das 10 invenções mais importantes do Japão
Um ano após a descoberta do umami, Dr. Ikeda inventou um processo que utilizava a proteína do trigo e o sal para a produção do glutamato monossódico como tempero. Sua vontade era de acrescentar o gosto umami aos mais variados pratos - o que deu origem ao Aji-no-Moto, que em japonês significa “a essência do sabor”. A técnica de se obter o umami por meios industriais está na lista das 10 invenções mais significativas do Japão. Hoje, o produto comemora 100 anos e é conhecido em mais de 100 países. No Brasil, o Aji-no-Moto é um dos principais temperos industrializados da culinária japonesa.