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Para enriquecer um missoshiru simples eh so acrescentar um pouco de macarrao udon. 
Fica muito bom e da sustança! HUMMMMMMM

Aprenda como preparar! 


Quando tiver pronto é só me chamar! 
HAHA

Este prato é rápido e gostoso!
Tofu é um alimento produzido a partir da soja. Tem uma textura firme parecida com a do queijo, sabor delicado, cor branca cremosa e apresenta-se sob a forma de um cubo branco. É originário da China, mas muito comum também na alimentação japonesa e coreana.

O volume pode impressionar mas o tofu fica tão saboroso e leve que a gente não pára de colocar mais uma colherada no prato!

Receita de Tofu com Carne

  • Tofu com carne
  • 200g de carne bovina em fatias bem finas
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 2 embalagens de tofu mais firme (mômen)
  • 250ml de água
  • 5 colheres (sopa) de shoyu
  • 2 colheres (sopa) de saquê
  • 2 colheres (sopa) de mirin
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 maço de cebolinha picada em nacos de 5 cm

Modo de preparar 
Aqueça o óleo numa frigideira grande e funda. Refogue rapidamente as fatias de carne e junte a água. Coloque os temperos (shoyu, saquê, mirin e açúcar). Deixe ferver e retire toda a espuma branca que se formar na superfície. Coloque os tofus cortados em cubos de 2 ou 3cm. Espere ferver novamente e deixe cozinhando por mais 5 minutos. Mexa a panela de vez enquando mas tomando cuidado para não desmanchar os tofus. Junte a cebolinha no final. Dê uma misturada bem de leve e sirva em seguida.

A Chanoyu é a tradicional arte ou cerimônia do chá japonês. 

É quando eles servem e bebem o "matcha", espécie de chá verde e amargo, acompanhado de docinhos e pequenas refeições. Foram os monges Zen vindos da China, que o trouxeram, por volta do século XII. Nessa época o chá era utilizado como estimulante para ajudar o estudo e a prática de meditação. Além de servir na medicina.


Mas foi no Japão que o consumo do "matcha" virou arte. Teve grande aceitação pelas camadas nobres da sociedade. que o tomavam enquanto assistiam outras formas de arte em um estúdio.

O consumo do "matcha" envolvia cerimônias realizadas em ambientes finos e delicadamente servidos. 

Obedecendo muitas normas de etiqueta. Seus praticantes obedecem a rígidas normas de etiqueta. Assim, os praticantes da Chanoyu aprendem a fazer cuidadosamente os seus movimentos, buscando perfeição e graça.
Dicas sobre como comer sushi, o prato mais famoso da culinária japonesa.

Já fiz uma postagem com a historia do sushi (veja aqui) e agora vamos saber como evitar gafes.


Agora vocês sabem que pode comer Sushi com a mão, não precisa ficar todo atrapalhado com os "pauzinhos"
O sushi é a combinação do arroz com os pescados crus. Apesar de parecer uma combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente adaptada aos produtos regionais.


Antigamente os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. A técnica também era usada pelos pescadores que ficavam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.

No século XVIII um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi. A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes de arroz.

Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida. Já na região de Tókio o estilo era o Edo e cujo melhor exemplo é o nigirizushi, aquele bolinho de arroz coberto com o peixe sem a utilização da alga.


Em meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, o wassabi e o gengibre, pois eles tinham fortes poderes antibacterianos e havia uma grande preocupação quanto a manipulação e o consumo dos peixes crus. Surgiram assim, os primeiros quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje.

Fonte: culinaria.terra.com.br
O artista japonês Osamu Watanabe criou esculturas feitas com alimentos. As peças criadas por Watanabe estão em exposição em uma loja de departamentos em Tóquio.

Osamu Watanabe posa com uma de suas criações.

Par de sapatos feito com açúcar de confeiteiro, frutas cristalizadas e outros ingredientes.
Quem nunca brincou com a comida? Para alguns japoneses, isso é coisa séria. Veja as criações feitas por alguns japoneses.

O termo “bento” (ben-tô) em japonês significa “lancheira do almoço”. Trata-se de uma refeição individual que agrada aos olhos e ao paladar. As mães japonesas prepararem uma lancheira decorada, elaborada e divertida, para incentivar seus filhos a comerem todo o almoço na escola. Um Bento tradicional contém arroz, peixe ou carne e legumes cozidos, que vem geralmente em um recipiente em forma de caixa.










E aí gostaram?
Ao comermos qualquer prato, distinguimos quatro gostos básicos: doce, amargo, salgado e azedo. Mas o que poucos sabem é que existe um quinto sabor, o umami. “Mas que gosto tem?”, é a pergunta mais frequente. Entre os japoneses, o umami geralmente é associado a uma sensação saborosa que pode tanto ser encontrada na mais sofisticada iguaria ao mais simples prato. Para muitos deles, o quinto elemento seria aquele “toque especial” que dá vida ao sabor.

“Umami é um quinto gosto diferente e independente dos outros e só países com cultura alimentar acostumado a ele, como no caso do Japão, podem reconher seu sabor característico. O brasileiro não tem esse hábito, pois a alimentação com esse aminoácido se limita à carne e ao feijão preto. Se o gosto do doce é ligado ao carboidrato, podemos dizer que o umami é associado às proteínas”, explica a nutricionista Priscila Andrade.

A teoria da existência de um novo gosto foi levantado em 1908 pelo pesquisador da Universidade de Tokyo Kikunae Ikeda, que na época aprofundava seus conhecimentos na Alemanha. Lá, ele percebeu um sabor característico aos pratos europeus, desconhecido até então. Quando mergulhou nos estudos para pesquisar a fundo essa característica que tanto lhe ressaltou o paladar, teve uma surpresa. Após análises com dashi de kombu (caldo de alga marinha), o professor chegou à conclusão que o componente responsável pela sensação era a substância glutamato. Na época, muitos acadêmicos do ramo e críticos gastronômicos torceram o nariz, e a teoria do quinto gosto, por vezes, foi motivo de chacota.

Porém, décadas depois, a ciência provou que Dr. Ikeda estava certo. Novos estudos comprovaram que a superfície da língua teria receptores que reconheceriam o umami, oficializando assim a existência dessa tão misteriosa sensação gustativa.

Além do glutamato, outras duas substâncias responsáveis pelo umami foram descobertas: o inosinato e o guanilato, conhecidos também como “realçadores de sabores”. No estado bruto, eles são encontrados em alimentos como aspargo, trufa, cenoura, carnes, frutos do mar, tomate e queijos fortes. O shoyu, molho de soja, e peixes, ambos muito utilizados na dieta nipônica são grandes fontes de umami. O leite materno também é rico nessa substância: dos 20 aminoácidos livres presentes no leite materno, o glutamato representa mais da metade. Sua presença pode interferir no gosto sentido pelos recém-nascidos.

Apesar do umami ser reconhecido oficialmente apenas em 1985, muitos países, principalmente os asiáticos, já utilizavam diversos ingredientes fontes do sabor. Além do Japão, China e Coreia que são grandes consumidores de soja, Filipinas, Tailândia e Vietnã são vorazes usuários de molhos a base de peixe, ricos em glutamato. Assim como Malásia e Indonésia, que são nações acostumadas a essa característica devido ao molho de lagostim. A Europa também já tem certa intimidade com o quinto gosto, pois queijo, molho de tomate, extrato de carne, pasta de anchova e carne de porco são alimentos com alto teor de umami.

O tempero é uma das 10 invenções mais importantes do Japão
Um ano após a descoberta do umami, Dr. Ikeda inventou um processo que utilizava a proteína do trigo e o sal para a produção do glutamato monossódico como tempero. Sua vontade era de acrescentar o gosto umami aos mais variados pratos - o que deu origem ao Aji-no-Moto, que em japonês significa “a essência do sabor”. A técnica de se obter o umami por meios industriais está na lista das 10 invenções mais significativas do Japão. Hoje, o produto comemora 100 anos e é conhecido em mais de 100 países. No Brasil, o Aji-no-Moto é um dos principais temperos industrializados da culinária japonesa.

Água-viva, filhote de enguia e mini-polvo são considerados aperitivos comuns no Japão. Mas no Brasil, esse tipo de sashimi é algo tão exótico que recebeu uma definição sofisticada: iguarias. E essas delícias misteriosas despertam cada vez mais a curiosidade do público brasileiro que frequenta restaurantes japoneses.

“Geralmente quem procura esses pratos são os curiosos”, diz o chef Hideki Fuchikami, proprietário de dois restaurantes japoneses, que levam seu nome, em São Paulo. Lá, Hideki serve aos clientes um menu-degustação de exóticos com mariscos, filhote de enguia, barbatana de tubarão, lula com ovas de bacalhau, água-viva, abalone, mini-polvo, arenque e abalone, além de ovas para todos os gostos e curiosidades - ovas de bacalhau, de salmão, de peixe voador, peixe voador com tinta de lula e de arenque.

Geralmente são servidos em pequenas porções e custam caro. No Hideki, cada porção dessas iguarias custa 25 reais. “No Japão, isso tudo é barato e você encontra em casas bem ‘ralezinhas’. Mas para trazer isso tudo para o Brasil a taxa de importação é absurda”, explica o chef. “Para japonês, iguaria é atum azul, cavalinha gorda, olho de boi, garoupa, linguado”.

Se essas comidinhas são exóticas ou não, isso é relativo. Absoluto mesmo é o valor nutricional delas. Os frutos do mar são ricos em vitaminas do complexo B, em minerais como zinco, ferro, potássio, fósforo e selênio.

Para quem está com sede de curiosidade em saber que gosto tem água-viva, ovas de bacalhau e filhotes de enguia, pode ficar tranquilo, porque não é nada nojento. Água-viva, ao contrário do que muitos podem pensar, tem uma consistência durinha, semelhante a macarrão al dente. Ovas de bacalhau são salgadas, assim como a maioria dessas porções. Filhote de enguia é um pouco crocante e sua aparência é como um moyashi.

Essas iguarias são servidas em conserva como é o caso das enguias, água-viva e barbatana de tubarão. Já os mexilhões, o abalone e o arenque devem ser saboreados com o bom e velho shoyu e wasabi.

O chef afinado
Hideki FuchikamiQuando criança, ele queria ser cantor e receber aplausos por sua voz. O sonho não desafinou, mas hoje, Hideki Fuchikami arranca aplausos por suas habilidades na culinária japonesa.

Filho de japoneses, Hideki começou a trabalhar em restaurante porque não tinha como se sustentar. “Eu comecei na década de 70 só lavando prato e limpando chão”, relembra. Depois que começou a se destacar no restaurante Yashiro, foi para o Japão, onde trabalhou nos principais restaurantes de culinária japonesa de Osaka, Tokyo e Kyoto. “O que mais me marcou foi o restaurante Jube em Kyoto, onde serviam comida para a família imperial japonesa”, conta. Foi lá que ele aprendeu a preparar o kaiseki, um tradicional menu-degustação.

Ao voltar para o Brasil, abriu seu próprio restaurante. Completando 28 anos de carreira, Hideki confessa que é um incansável degustador. “Eu gosto de frequentar outros restaurantes. Minha viagem é essa. Eu viajo na comida”, declara. E é assim, na harmonia dos saberes e sabores da culinária japonesa, que ele afina o tempero e acerta em cheio o paladar de brasileiros e japoneses.