Quando os cachorros morrem, ganham até túmulos com homenagens


Banho de sol em terraço especial, leitos confortáveis e um programa de spa  tudo sob os olhares e cuidados de enfermeiras treinadas para lidar com pacientes fisicamente debilitados por causa da idade. Aposentados, os cachorros da raça labrador podem desfrutar os últimos suspiros de suas vidas na Associação para Cães Guias de Hokkaido. Lá, os cães velhinhos dispõem da atenção das veterinárias e de uma infra-estrutura de dar inveja a qualquer asilo. Mas nem todos podem aproveitar a aposentadoria plenamente. Após a vida inteira servindo os homens, ajudando deficientes visuais, alguns encontram-se em estado tão crítico que mal podem caminhar, ficando a maior parte do tempo sob as cobertas.


E para aqueles que já partiram dessa para melhor, altares com fotos, lápides especiais e estátuas em homenagem ao falecido. Não é raro ver seus familiares ou melhor, antigos donos visitarem o túmulo canino, orando e deixando oferendas, as guloseimas que o fiel amigo mais gostava.
Tanto privilégio pode parecer exagero, mas independentemente de como levam a terceira idade, nenhum desses cães teve uma vida nos padrões de animais comuns. Logo após o nascimento, o filhote é levado para a casa de uma família que esteja disposta a oferecer carinho mas só até o cãozinho completar um ano de idade. Segundo adestradores, esse é um período delicado, em que o animal precisa ter o máximo de contato com humanos para poder, mais tarde, retribuir o amor que recebeu.
Depois da temporada com os donos provisórios, o labrador volta ao canil, onde não é mais permitido rever a família. Lá, passa por um rigoroso treinamento até ser apto a lidar com deficientes visuais. Desde então, devota sua vida a servir o homem.

Nada mais justo que um asilo para esses cães, gostei muito da ideia acho que aqui no Brasil poderiam existir asilos assim também, afinal o cachorro é e sempre será o melhor amigo do homem.

Um grande sucesso no Japão atualmente (sede em Tokio, bairro de Akihabara , aquele bairro "CRAZY” que as os jovens japoneses se vestem de Mangás e Anime ) este grupo de garotas (são no total de 48 com idades entre 18 e 25 anos divididas em em 3 equipes, que se revezam em dar apresentações diárias e fazer tour por todo o País) Criado em 2005 pelo produtor musical Akimoto Yasushi e peça musical e com temas variados um deles é sobre skate, O ABK48 entrou para o Guinness Word Records como o grupo Pop com maior números de membros.

Vou postar aqui um vídeo delas de 2009:


E aqui uma foto com as 48 integrantes do ABK48:


Uma pesquisa japonesa, divulgada quarta-feira 12, mostra que os jovens japoneses têm cada vez menos interesse em sexo. De acordo com uma pesquisa, 35,1% dos homens entre 16 e 19 anos no país possuem aversão ou não têm interesse em sexo, o dobro do resultado de 2008.
A pesquisa, conduzida em setembro de 2009 pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, se baseou em respostas de 671 homens e 869 mulheres, com idades entre 16 e 49 anos.

O estudo também revelou que as pessoas casadas têm feito pouco sexo, sendo que 40,8% afirmaram não ter mantido relações sexuais no último mês.
A baixa taxa de natalidade e o envelhecimento da população é um assunto que preocupa o governo japonês, uma vez que há cada vez menos pessoas economicamente ativas no arquipélago.
Achei essas imagens, são desenhos super realistas:





Bom, hoje resolvi fazer um post diferente estava fuçando e entrei várias fotos de vários animais, e comecei a lembrar de todos os animais que eu já tive. Sempre fui apaixonada por cachorros, na verdade sou apaixonada por qualquer tipo de animal e não sei como podem existir pessoas que não gostam de animais.

Quando vejo alguém a maltratar um animal, penso que ele só faz isso porque o animal não tem como se defender. Há ainda outro tipo de maus tratos: a falta de cuidado, o abandono, então pense bem antes de ter um animal, eles não são brinquedos que você usa e quando cansa deixa de lado.

Não acho que todas as pessoas tem que amar os animais, e sim respeitar!

Vou postar aqui algumas das fotos que eu achei *-*







Lembre-se CRUELDADE CONTRA ANIMAIS É CRIME!
O Domo Kun é um personagem de um programa da tv japonesa NHK, que aparece em vinhetas de 30 segundos com a animação stop-motion, apesar do Domo Kun ser estranho e parecer um monstro ele faz muito sucesso no Japão.

Domo-kun, uma criatura estranha parecida com monstro, nascida de um ovo, é pequeno, peludo e marrom, e tem uma boca grande que se abre e mostra dentes afiados. Ele mora em uma caverna subterrânea com Usajii, um velho coelho sábio, que adora assistir TV e beber chá (em japonês, "Usagi" = coelho e "Oyaji" = ancião). Também na caverna moram dois morcegos, uma mãe e filha chamadas Shinobu e Morio. Shinobu tem problemas com alcoolismo. O outro personagem principal nas curtas-metragens é uma garota chamada Ta-chan. Ela tem 17 anos, quer ser uma modelo em Tóquio, e está sempre utilizando tecnologia (TV, celulares, câmeras, etc). As televisões tem um papel grande em todas as animações.



Mais algumas imagens pra vocês :D

eu quero uma mochila dessa *-*

Domo Kun Colorido


Água-viva, filhote de enguia e mini-polvo são considerados aperitivos comuns no Japão. Mas no Brasil, esse tipo de sashimi é algo tão exótico que recebeu uma definição sofisticada: iguarias. E essas delícias misteriosas despertam cada vez mais a curiosidade do público brasileiro que frequenta restaurantes japoneses.

“Geralmente quem procura esses pratos são os curiosos”, diz o chef Hideki Fuchikami, proprietário de dois restaurantes japoneses, que levam seu nome, em São Paulo. Lá, Hideki serve aos clientes um menu-degustação de exóticos com mariscos, filhote de enguia, barbatana de tubarão, lula com ovas de bacalhau, água-viva, abalone, mini-polvo, arenque e abalone, além de ovas para todos os gostos e curiosidades - ovas de bacalhau, de salmão, de peixe voador, peixe voador com tinta de lula e de arenque.

Geralmente são servidos em pequenas porções e custam caro. No Hideki, cada porção dessas iguarias custa 25 reais. “No Japão, isso tudo é barato e você encontra em casas bem ‘ralezinhas’. Mas para trazer isso tudo para o Brasil a taxa de importação é absurda”, explica o chef. “Para japonês, iguaria é atum azul, cavalinha gorda, olho de boi, garoupa, linguado”.

Se essas comidinhas são exóticas ou não, isso é relativo. Absoluto mesmo é o valor nutricional delas. Os frutos do mar são ricos em vitaminas do complexo B, em minerais como zinco, ferro, potássio, fósforo e selênio.

Para quem está com sede de curiosidade em saber que gosto tem água-viva, ovas de bacalhau e filhotes de enguia, pode ficar tranquilo, porque não é nada nojento. Água-viva, ao contrário do que muitos podem pensar, tem uma consistência durinha, semelhante a macarrão al dente. Ovas de bacalhau são salgadas, assim como a maioria dessas porções. Filhote de enguia é um pouco crocante e sua aparência é como um moyashi.

Essas iguarias são servidas em conserva como é o caso das enguias, água-viva e barbatana de tubarão. Já os mexilhões, o abalone e o arenque devem ser saboreados com o bom e velho shoyu e wasabi.

O chef afinado
Hideki FuchikamiQuando criança, ele queria ser cantor e receber aplausos por sua voz. O sonho não desafinou, mas hoje, Hideki Fuchikami arranca aplausos por suas habilidades na culinária japonesa.

Filho de japoneses, Hideki começou a trabalhar em restaurante porque não tinha como se sustentar. “Eu comecei na década de 70 só lavando prato e limpando chão”, relembra. Depois que começou a se destacar no restaurante Yashiro, foi para o Japão, onde trabalhou nos principais restaurantes de culinária japonesa de Osaka, Tokyo e Kyoto. “O que mais me marcou foi o restaurante Jube em Kyoto, onde serviam comida para a família imperial japonesa”, conta. Foi lá que ele aprendeu a preparar o kaiseki, um tradicional menu-degustação.

Ao voltar para o Brasil, abriu seu próprio restaurante. Completando 28 anos de carreira, Hideki confessa que é um incansável degustador. “Eu gosto de frequentar outros restaurantes. Minha viagem é essa. Eu viajo na comida”, declara. E é assim, na harmonia dos saberes e sabores da culinária japonesa, que ele afina o tempero e acerta em cheio o paladar de brasileiros e japoneses.